Um alto funcionário do governo afirmou, neste sábado (28), que o Irã pode estar se preparando para lançar ataques preventivos com mísseis, influenciando assim a decisão do presidente Donald Trump de iniciar ações militares. “Recebemos indícios de que eles pretendiam usar [os mísseis] potencialmente, de forma preventiva, mas se não, se não simultaneamente, contra qualquer ação contra eles, imediatamente contra nós”, completou o alto funcionário. “O presidente decidiu que não iria ficar parado e permitir que as forças americanas na região sofressem ataques de mísseis convencionais.”
O funcionário enfatizou: “Não seremos feitos reféns por eles, e não vamos permitir que nos ataquem primeiro, porque isso teria aumentado substancialmente o risco para nossas tropas na região e para nossos aliados.” No entanto, uma fonte familiarizada com a inteligência contradisse essa afirmação à CNN, indicando que não existiam provas de que o Irã planejasse atacar os EUA antes que estes agissem contra eles.
Após os ataques militares, Trump mencionou em vídeo nas redes sociais que o Irã estava desenvolvendo mísseis que poderiam alcançar o território americano em breve. Contudo, fontes indicaram que a inteligência americana não sustenta essa afirmação, ressaltando que o Irã não está tão próximo quanto Trump sugeriu.
A resposta militar dos EUA
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou operações de combate no Irã, prometendo eliminar as forças armadas do país e destruir seu programa nuclear. No vídeo de oito minutos publicado na rede Truth Social, Trump critica o Irã por não ter renunciado às suas ambições nucleares e afirma que os EUA “não aguentam mais”. Israel também anunciou ataques contra o Irã, promovendo um cenário de tensão elevada.
Novos ataques em comparação aos anteriores
Diferente de junho de 2025, quando os EUA e Israel atacaram o Irã, os ataques deste sábado se iniciaram durante o dia. Na madrugada, enquanto milhões de iranianos iam trabalhar ou estudar, as forças armadas dos EUA deram início a estas ações, que fontes afirmam estar planejadas para durar vários dias. A CNN Internacional reportou anteriormente que o líder supremo Ali Khamenei era um dos alvos principais, embora informações conflitantes sobre seu estado de saúde tenham surgido.
A onda de ataques do regime iraniano
Em resposta aos ataques, o regime iraniano lançou uma série de ofensivas sem precedentes em todo o Oriente Médio, com explosões reportadas em países que abrigam bases militares americanas, como Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque. Essa escalada de tensões complicou ainda mais a situação na região e deixou muitos em alerta sobre o futuro do conflito.
