Os Emirados Árabes Unidos e a Austrália estão se juntando a uma crescente coalizão internacional com foco na segurança de navegação no famoso Estreito de Ormuz. Esta colaboração faz parte de uma declaração agora respaldada por 22 países, destacando a preocupação global com os recentes ataques a navios comerciais na região.
Contribuições da Comunidade Internacional
No dia 19, uma declaração conjunta foi lançada por várias nações, incluindo Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Países Baixos e Japão. Elas condenaram a agressão por parte do Irã e afirmaram estarem dispostas a implementar medidas para assegurar a passagem segura pelo Estreito de Ormuz. No entanto, os detalhes sobre como essas ações serão executadas permanecem incertos.
Participação de Novas Nações
O envolvimento do país asiático foi confirmado pelo Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Sul neste sábado. Já o Bahrein se tornou o primeiro país do Golfo a se juntar à declaração na sexta-feira. Este alinhamento de várias nações destaca a relevância da segurança marítima, especialmente em uma das áreas mais estratégicas do mundo.
Ausência dos EUA e da China
Curiosamente, nem os Estados Unidos nem a China se juntaram à iniciativa até agora. O presidente dos EUA, Donald Trump, anteriormente havia solicitado que países aliados enviassem navios de guerra para a região, buscando tranquilizar o mercado global de petróleo. Apesar disso, até o momento, não houve compromissos concretos por parte dos aliados da NATO, resultando em críticas do presidente americano.
*Laura Sharman e Gawon Bae, da CNN, contribuíram com esta matéria
Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

