Um elefante-marinho encontrado em Alagoas, chamado Leôncio, foi encontrado sem vida na última terça-feira (31) em Jequiá da Praia. O laudo da necropsia identificou um traumatismo crânio-facial e fratura completa de osso da face, lesões que sugerem o impacto de um “instrumento contundente“.
Leôncio, um juvenil de meia tonelada, estava em Alagoas desde 11 de março para um processo natural de muda de pele. Durante esse período, ele recebia acompanhamento de um grupo de monitoramento com membros do IMA/AL (Instituto do Meio Ambiente de Alagoas), Instituto Biota, Ibama e outras organizações.
Possível ação humana sobre elefante-marinho
Os resultados da necropsia indicam que a morte do animal pode ter sido causada por ação humana, o que configura um crime ambiental, de acordo com a Lei nº 9.605/98. O animal havia sido avistado pela última vez em 27 de março na praia de Lagoa Azeda, onde se tornou uma atração para banhistas.
Estresse e afastamento
Especialistas afirmam que Leôncio já enfrentava estresse devido à aproximação inadequada de visitantes, que continuamente interrompia seu repouso. Órgãos ambientais agora trabalham para identificar os responsáveis pela agressão e garantir que ações como essa não se repitam.
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