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Paraná Pesquisas: 54,4% desaprovam governo Lula em SP atualizados

A avaliação do governo Lula

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrenta uma desaprovação significativa entre os eleitores paulistas, conforme levantamento realizado pelo instituto Paraná Pesquisas. De acordo com a pesquisa divulgada no último sábado (18), 54,4% dos entrevistados desaprovam a gestão, enquanto 42,6% demonstram apoio. Apenas 3,1% dos eleitores não souberam ou não opinaram sobre a questão.

Aprovação e desaprovação do governo federal

Nos dados recentes, observa-se que, em comparação com o levantamento anterior realizado em fevereiro, os índices de aprovação e desaprovação oscilaram dentro da margem de erro. Na pesquisa de fevereiro, 54,7% dos eleitores desaprovavam a administração, enquanto 42,1% a consideravam aprovada. Esses números ressaltam uma estabilidade na percepção pública sobre o governo Lula.

Adicionalmente, a avaliação da administração federal como um todo revelou resultados preocupantes. A pesquisa indicou que 46,9% dos entrevistados avaliam o governo federal de forma negativa, considerando-o ruim ou péssimo. Em contraste, apenas 29,5% o veem como ótimo ou bom. A categoria regular foi citada por 22,3% dos respondentes, enquanto 1,3% não souberam ou não opinaram sobre o desempenho do governo.

Metodologia da pesquisa

A pesquisa foi conduzida entre os dias 11 e 14 de abril e envolveu a participação de 1.600 eleitores paulistas por meio de entrevistas presenciais. O estudo apresenta uma margem de erro de 2,5 pontos percentuais, tanto para mais quanto para menos, e possui um intervalo de confiança de 95%. Ressalta-se que o levantamento foi realizado com recursos do próprio instituto e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-08453/2026.

Conclusão sobre a avaliação do governo Lula

A avaliação do governo Lula, tanto em termos de desaprovação quanto na percepção negativa do governo federal, evidencia um cenário desafiador para a administração atual. Com índices que permanecem estáveis, mas elevados de desaprovação, a gestão precisa conquistar a confiança do eleitorado paulista para reverter essa situação crítica.

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