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Filho de jogador morre e pais anunciam doação de órgãos: entenda o processo de forma clara.

Filho de jogador morre e pais anunciam doação de órgãos: entenda o processo de forma clara.

A morte do filho do jogador de futebol Gustavo Simões foi confirmada pelo Ypiranga Futebol Clube nesta quinta-feira (5). Diante do óbito, os pais decidiram autorizar a doação de órgãos do menino.

A fatalidade desperta a atenção para os processos e trâmites envolvidos na doação de órgãos no Brasil.

Como funciona o processo de doação de órgãos

No Brasil, a doação de órgãos é um processo estruturado que exige, obrigatoriamente, a autorização familiar pós-morte. O procedimento se inicia logo após a constatação do falecimento e a devida comunicação aos parentes.

Para que os transplantes sejam realizados, o protocolo médico segue etapas específicas:

Dentre as estruturas passíveis de doação estão o coração, rins, fígado, pulmões, pâncreas e intestinos, além de tecidos como córneas, pele, ossos e válvulas cardíacas.

Fila de espera por transplantes no Brasil

Atualmente, a lista de espera por transplantes no Brasil ultrapassa 50 mil pessoas associadas ao cadastro da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO).

Para se tornar um doador após o falecimento, o passo fundamental recomendado em vida é conversar com os familiares e manifestar esse desejo explicitamente.

O processo brasileiro estabelece que a família deve autorizar formalmente a doação após o óbito, sendo esta a etapa indispensável para a sequência do procedimento.

Como é a doação de órgãos em vida?

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