24/05/2024
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Vivemos hoje no Brasil a polemização e politização de todos os temas, sejam eles relevantes ou não. Agora tudo é levado para o conhecimento e interferência do Supremo Tribunal Federal (STF), que diga-se de passagem está em êxtase com as manobras e ações que são impetradas pelos partidos de esquerda, aqueles que formam o eixo do mal: PSOL, PC do B, PSB e naturalmente o PT. São uma praga, verdadeiro desastre, que para atingir o presidente Bolsonaro simplesmente atrasam o Brasil e atrapalharam a vida dos brasileiros.

A vacinação infantil está sendo discutida neste aspecto com requintes de crueldade. O tema mexe com a cabeça das pessoas, das crianças e dos pais que vivem aterrorizados com uma pandemia que não tem nos dado trégua nestes últimos dois anos. São cepas se multiplicando e brotando do nada, quando pensamos que teremos um pouco de paz, somos surpreendidos com outra que nos torna vulneráveis ao problema em si e também a forma como a mídia o trata: com sensacionalismo barato que provoca pânico e histeria na população.

Dentro do contexto da vacinação, temos alguns pontos que são indiscutíveis. O principal deles é que as vacinas que estão sendo aplicadas no país são ineficazes contra a variante ÔMICRON, todos estão testando positivo, e o Brasil está batendo recordes de contaminados diariamente, mas, os sintomas e as consequências desta cepa, diferentemente das outras, são leves e não levam a óbito, salvo as exceções que fazem parte de todas as regras. Agora quais as vantagens de vacinar as crianças? Será que os seus benefícios superam os riscos? Quais os efeitos colaterais da vacina? Quem se responsabiliza pelas consequências desconhecidas da vacina em crianças? O STF pode obrigar os pais a vacinar seus filhos? São tantas perguntas para tão poucas respostas que apenas as dúvidas saem vencedoras nesse debate.

Imaginemos que a Pfizer, como bem alertou o presidente Bolsonaro, simplesmente não se responsabiliza por nenhum efeito colateral que possa ocorrer em decorrência da vacinação das crianças. Ela simplesmente disponibiliza o imunizante sem estabelecer uma linha de responsabilidade sobre quaisquer consequências, mas, afirma que é eficaz e os pais tem que acreditar nisso. Evidente que a ANVISA acompanha tudo, isso nos traz uma certa segurança, mas, mesmo assim, por que vacinar um grupo de pessoas que desde o começo dessa praga chinesa tem aparecido como traço nas estatísticas de vítimas da COVID-19? Essa é a maior dúvida que tenho e que coloca em cheque os reais interesses dessa ação. Será que ela está pensando na saúde das nossas crianças, ou apenas foi mais uma forma que os laboratórios encontraram de ganhar alguns milhares de bilhões de dólares, permeando o medo e mexendo com o psicológico das pessoas?

Eu tomei duas doses, minha esposa três, meu filho de 25 anos três e minha filha de 18, duas. Mas, se eu tivesse algum menor de 11 anos, estaria vivendo uma dúvida das mais cruéis: Vacinar ou não vacinar, eis a questão!

O medo também mata!

Que phase!

Redação 2

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